terça-feira, 6 de agosto de 2013

Ainda a Monalisa no blog da Monalisa

http://tulisayoconda.wordpress.com/2013/02/08/0184/comment-page-1/#comment-191

PELOS CANTOS DA CIDADE

   Óleo sobre tela - 70cm x 100cm


Em algum canto da cidade pode ter tantas histórias para contar: da vida, das pessoas, das virtudes, dos desencontros, do amor, dos sonhos, das realizações... A conversa ecoa pelas ruas da vida

segunda-feira, 1 de abril de 2013

AMARCORD DE FELLINI


DE 05 DE ABRIL A 03 DE MAIO DE 2013 NO INSTITUTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS DA UNAERP

domingo, 17 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

"EXPERIMENTOS VISUAIS CRONICOS"


 Em exposição a partir do dia 04 de fevereiro até 08 de março de 2013 no Centro de Línguas Estrangeiras - UNAERP - RP

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

CÓPIA DO NATURAL...MENTAL


O ponto de partida foi olhando e pintando ao ar livre essa paisagem com essa imensa arvore que surgia a distancia à frente de um canavial, ficou muito tempo guardado parado, sem terminar. Então distante no tempo e espaço mas, próximo na memoria, fui traduzindo esse tempo e espaço para o presente através de cores e formas frescas, restaurando a verdejante feliz memoria do lugar. 

sábado, 15 de dezembro de 2012

RETALHOS URBANOS


COMENTÁRIO DE FABIO MARTINS




Há 26 anos conheço Miguel Angelo Barbosa. E o tenho na mente e no coração quase diuturnamente, ao seguir sua trajetória. Como cidadão e artista. No diálogo escrito ou falado, na presença social-cultural, nos seus Desenhos, nas  suas Pinturas, vejo e sinto expressos e refletidos: sinais de quem evolui e propõe, via emoção estética, algum lume, fora ou dentro de todas as neblinas  da Comédia, do Drama, da Utopia, que intrigam as pessoas. Concluo com uma paráfrase de Victor Hugo.- Da paixão combinada com ação e da vida no  presente mais a história do passado, nasce algo inefável.E quando, por meio da Pintura,nascem detalhes e sutilezas vitais: eis a  Arte. Eis  a beleza do enlace da mente e do coração.- Eis, como vejo e sinto  a obra de Miguel Angelo. Fábio Martins

I have known Miguel Angelo for 26 years. And I have kept him in my mind and heart almost everyday as I follow his  path.  As a citizen and as an artist. In the written and spoken dialogue, in his sociocultural presence , in his Drawings ,in his Paintings , I see and feel  expressed and reflected : signs of someone who is in evolution, someone  who makes proposals, via aesthetical emotion, some light, outside or inside all mists of Comedy, Drama, Utopia, that intrigue people. I conclude with one of Victor Hugo’s paraphrases: From the passion combined with action and from life in the present, plus history of the past, something unspeakable is born. And then, by means of Painting, details and vital subtlenesses are Born: this is Art. This is the beauty of  the union  of mind and heart. This is the way  I see and feel Miguel Angelo’s work. Heart. This is the way I see and feel Miguel Angelo’s work. Fábio Martins

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Entrevista com: Galeria Estrelas que brilham - Adaljiza Cuan

http://adaljiza-cuan.blogspot.com.br/2012/12/hoje-adaljiza-cuan-de-estrelas-que.html

sábado, 1 de dezembro de 2012

PRISMA HIPNÓTICO (série R'eu)

Desenho sobre papelão reciclado - Pretos - tintas Nanquim
Brancos - tinta Ácrílica



Releitura em pintura a partir de um desenho
Óleo sobre tela

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Diálogo Abstrato (série R'eu)

Óleo sobre tela
Nanquim e Acrílica sobre papelão reciclado
 O ponto de partida da pintura vem do desenho elaborado com tinta nanquim (a preta) e acrílica (a branca)


 


sábado, 20 de outubro de 2012

Um brinde

Lançamento do livro "Coisas de Boteco - Essas Mulheres" dia 23 no Centro Cultural do Palace - as 19h30 de J. C. Barbosa - capa "Um Brinde" de Miguel Angelo


sábado, 25 de agosto de 2012

37ª SEMANA DE PORTINARI - BRODOWKY


Com o crítico de arte Antonio Santoro Junior numa deliciosa conversa. 

37ª SEMANA DE PORTINARI - BRODOWSKY - 2012

PINTURA MURAL

Em ação
Murais prontos

Francesco, Wolney e eu
Pinturas expostas na exposição da Semana de Portinari 2012

Grupo Siarte - Exposição na 7ª Festitalia - Mis - até dia 31


Sonia Albuquerque - Francesco Segneri e Miguel Angelo
Obras expostas



HOMENAGEM A FEDERICO FELLINI EM SEU FILME AMARCORD

O CEGO QUE ESCUTAVA COLORIDO
EM EXPOSIÇÃO ATÉ DIA 31 DE AGOSTO 2012, NO ESPAÇO EXPOSITIVO DO MIS -MUSEU DA IMAGEM E DO SOM - RIBEIRÃO PRETO - CASA DA CULTURA

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Artistas da sobrevivência, no Renascimento Italiano

Para quem pensa que existiu só artistas do cacife de Leonardo, Miguelangelo e Rafael no Renascimento, se enganam. Eis o que nos conta Peter Burke em seu livro "O Renascimento Italiano":
Giovanni Caroto
"Em alguns poucos casos, artistas e escritores tinham ocupações um tanto surpreendentes, para não dizer bizarras. O pintor Mariotto Albertinelli foi durante uma Época, estalajadeiro (assim como Jan Steen, na Leiden do século XVII). O pintor Niccolo dell'Abbate, assim como os humanistas Platina e Calcagnini, foi soldado. Outro pintor, Giorgio Schiavone, vendia sal e queijo. O sócio de Giorgione, Catena, parece ter sido vendedor de drogas e especiarias, e Giovanni Caroto de Verona possuía uma farmácia; essa combinação de arte e drogas pode ser explicada pelo fato de algumas farmácias venderem materiais artísticos. Os irmãos Fogolino combinavam seu trabalho de pintores com o de espiões para os venezianos em Trento. Antonio Squarcialupi tinha um açougue alem de tocar orgao e ser compo­sitor; Domenico Burchiello era barbeiro além de poeta cômico. Mariano Taccola era notário além de escultor e engenheiro. Os dramaturgos Giovanni Maria Cecchi e Anton Francesco Grazzini eram respectivamente comerciante de lã e farmacêutico. Essas ocupações são um alerta para que não atribuamos uma condição social elevada demais aos artistas e escritores do Renascimento."

 
Mariotto Albertinelli
Giorgio Schiavone
Domenico Burchiello
   
Antonio Squarcialupi
Jan Steen


Jan Steen é um capitulo a parte, pois não pertence ao Renascimento Italiano, mas de Leiden, Holanda, já período Barroco, século XVI, enquadrando-se no estilo de Pintura de Gênero. Pintor que descreve as muitas de suas historias certamente vivenciadas em sua taberna, com muitas cenas de embriagues e mesmo orgíacas. Seu cachorro sempre assistiu a tudo pacientemente sem saber o que estava acontecendo, como aparece em quase todas suas obras.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

SUBJACTO

Subjacto

Teve um período na arte abstrata desenvolvido nos Estados Unidos na década de 40 do século XX, com o movimento Action Painting, sendo Jackson Pollock seu principal representante. Ao aplicar a tinta na tela os artistas se concentravam no gestual, usavam de diversos meios, diferentes do convencional, derramavam, gotejavam e até mesmo pincelavam, sendo o objetivo mais importante deixar registrado os gestos pictóricos, os sinais e marcas do próprio artista naquele momento da elaboração da obra. Os gestos poderiam ser resultantes de momentos de raiva, de calma, ternura, etc. Feito com as vísceras enfim.
Ao abastecer o carro aos sábados, após dar ateliê em cidade vizinha, encerrando assim a semana de trabalho, ganhava um banho de espuma na lataria e vidros ao encher o tanque. Permanecia dentro do mesmo enquanto recebia o trato do lado de fora. Com minha câmera fotográfica em mãos ia registrando cada momento. Na tela-para-brisa do automóvel surgiam varias telas abstratas instantâneas, mas graças a esse grande invento humano, a fotografia, consegui guardar as inúmeras obras que ali surgiram. A riqueza de formas, linhas, cores que desfilava a minha frente fazia-me viajar. Ao descarregar as fotos em casa tinha grandes surpresas, vendo surgir todo um universo abstrato, diferente, lembrando muitas vezes um mundo alienígena. E de fato ao colocar numa determinada ordem sugere uma viagem intergaláctica.


EM EXPOSIÇÃO NO ESPAÇO CULTURAL BAUHAUS ATE DIA 16 DE ABRIL 2012, EXPOSIÇÃO "INDISCRIÇÕES DO OLHAR" DE MIGUE ANGELO E GRUPO YES ARTE COM RELEITURA DA FILME AMARCOD DE FELLINI

domingo, 1 de abril de 2012

Fim da Arte Abstrata

Modelo real
Pintura na tela













                                             




                                                                                                     


                                                                                                                    
 “Suco e elixir da criatividade ou "Fim da Arte Abstrata”
Primeiramente tornei abstrato alguns objetos que rodeiam-me diariamente. Caixinha de suco, de leite, copo de requeijão, garrafas vazias, etc.
Não quis dizer que os fiz sumir, não é isso. Pintei-os como a um quadro abstrato, estilo “borra-tela”, jogando tintas de varias cores sobre eles  criando um efeito vivo.
Montando então, um cenário com esses materiais, colocando duas telas abstratas junto a eles, uma como mesa para assentá-los e outra como fundo (parede), pintadas da mesma maneira que os objetos,  criei assim uma Natureza Morta abstrata real. Credo! Que contraditório!
Mas não acabou ainda. Não dando por satisfeito pinto na tela esse modelo abstrato de maneira abstrata-figurativa. Entenderam? Ver a foto acima que vai ajudar a entender.
Dessa maneira posso decretar o fim da Arte Abstrata
E também da Arte Figurativa
...quanta pretensão!
Mas que tentei, tentei!

EM EXIBIÇÃO NO ESPAÇO CULTURAL DA ESCOLA BAUHAUS ATÉ DIA 16 DE ABRIL 2012 - RUA MARIANA JUNQUEIRA 623 - CENTRO - RIBEIRÃO PRETO - SP

sábado, 24 de março de 2012

INDISCRIÇÕES DO OLHAR - releitura visual do filme AMARCORD de Fellini

AMARCORD

A escolha de Amarcord para fazer uma releitura visual-conceitual foi motivada pela grande extensão de questionamentos humanos que o filme faz. A maneira italiana de encarar a vida esta muito enraizado no nosso modus vivendi, faz com que pensemos em nos mesmos. A infância, a família, a escola, a velhice, a politica, as brincadeiras, as festas, as mulheres, etc. A convivência em família e sociedade são vistos por Fellini de maneira jocosa, mas será que é só isso?  O ângulo focado por Fellini é a própria caricatura, a realidade é assim. O que nos mobiliza? Nossos anseios, nossas fraquezas, nossos instintos latentes por detrás do jogo das relações? A realidade é assim, não é esse repertorio de boas intenções que fundaram em nos pela educação que recebemos. Nossos impulsos, nossa vísceras em grande parte se impõe a nossa razão.
A maneira inédita também de Fellini fazer o roteiro do filme, onde a ordem cronológica é desprezada em virtude da ordem caótica da memória, que vai buscando no passado aleatoriamente as recordações no enredar das situações ou de acordo com o prazer do momento de quem esta recordando.
As várias cenas guardadas em sua memória transformadas em filme, são um misto do insólito do dia a dia dessa alma latina, que coloca as emoções a frente da logica e das convenções criadas pelos homens misturadas com fantasia, ou seja, a vontade desse mesmo homem de escapar dessa realidade crua, transformando-a em algo mais poético. Cenas como a do cego que toca incansavelmente  seu acordeom transformando-se numa maquina de gorjeios; do tio que sai do sanatório e vai com a família dar uma volta no sitio e não sai mais de cima da arvore pedindo por uma mulher; a perseguida Gradisca, uma balzaquiana de curvas perfeitas;  o nono quando sai à porta de casa numa manhã de forte nevoa, dando-se por perdido após poucos passos da porta de sua casa, fazendo-se sentir no mais absoluto nada: “nem gente, nem arvores, nem, pássaros, nem vinho!”, ao passar alguém pergunta desesperado: “onde estou”, o qual responde “na porta de sua casa” - A vida as vezes é essa nevoa e perguntamos onde estamos e o que estamos fazendo aqui, nos sentindo num vazio absoluto, fazendo-nos questionar nossas vidas. E muitas outras cenas que, de certa maneira, nos servem de espelho ao puxar nosso fio de recordações.

A proposta de releitura do filme foi feita para o grupo formado pelo Atelie Miguel Ângelo, que adotou o nome de YES ART e que nessa exposição apresentam trabalhos de Semiramis Rocha, Sonia Albulquerque, Francesco Segneri e Miguel Angelo.

Em exposição no Espaço Cultural Bauhaus a partir do dia 29 de março.
Rua Mariana Junqueira, 623 - Centro- Ribeirão Preto -SP







INDISCRIÇÕES DO OLHAR - de 29 de março a 16 de abril - Espaço Cultural Bauhaus

A proposta desta exposição é a de levar, ao publico apreciador de arte, obras que foram criadas tendo como origem um processo de criação diferenciado, onde o acaso e o espontâneo estão presentes, intercorrente de varias situações inusitadas, transformadas em obras que propõem a recriação de conceitos, que ora questiona a forma, ora o pensamento, ora os objetos, o estado da matéria, e o próprio fazer artístico brincando com conceitos da História da Arte. Muitas vezes a ideia da criação acontece por associação de materiais, do cruzamento de conceitos, da ironia de situações. Não tem como objeto primeiro a pintura de cavalete, podendo até ser usada a técnica, auxiliando na estruturação da ideia, mas sendo a ideia em si o principal. Seguindo no mesmo olhar e atitude criativa as demais mídias apresentadas na exposição. Essa exposição é frutos de pesquisas permanentes que nosso fazer artístico diário provoca. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PROPICIAR O ALIMENTO E A FECUNDIDADE

Inicio de ano. Desejos mútuos de prosperidade, etc, leva-me a pensar quão antigo isso é. Quantas ações e acessórios nos investimos para propiciar-nos um futuro melhor, ou seja no caso, o ano vindouro, ou melhor ainda, o ano novo que já estamos. A ideia de magia sempre fascinou o ser humano, desde os tempos mais remotos. Os amuletos, as imagens e os rituais propiciatórios são tão antigos quanto a humanidade. Começar com o pé direito, usar roupa branca, são tantas formas de celebrar. Tudo é valido para propiciar. Como por exemplo faziam os homens da pré-história. Para propiciar a caça, para não faltar o alimento mais importante, a carne, que tal um quadro de um bisão na salão principal da caverna?
Será o que isso representa hoje em dia? O São Benedito na cozinha? Ou quem sabe aquela cestinha de cereais que adornam os cantos das copas e cozinhas?

Como também uma estatueta da matrona da tribo, grávida, as chamadas "Vênus Esteatopígicas", poderá propiciar novos membros para a família humana em formação?
Como um amuleto para propiciar a fecundidade.


                   
      Vênus Willindorf                              Vênus  de Laussel                          Vênus de Lespugue   


Nota: Nomeadas Vênus por serem o ideal de beleza de época, pois a beleza era o que significavam por estarem gravidas. Foram encontradas muitas estatuetas pelos quatro cantos do continente Europeu.
  
Como consciente coletivo do paleolítico a ideia de prosperidade se materializou na ideia de fecundidade, pois sendo maior a raça humana, maior seu poder sobre a natureza  e isso representa maior segurança entre seus membros, por conseguinte menos medo para enfrentar a vida, gerando mais conforto nessa terra hostil e selvagem de nossos ancestrais pré-históricos.
A Lua, a grande “loba”, que engravidava todas as mulheres nas noites de lua cheia. A noção de fecundação através do coito como temos hoje em dia não existia nesses remotos tempos do paleolítico. Pois o clarão das noites de lua cheia atrapalhava o sono de nossa aldeia primitiva, tornando mais hábeis em seus ataques o lobo e os animais noturnos vorazes por carne humana . Então o que há de se fazer? Muito facil!: Festa na aldeia! Rituais propiciatórios com direito a dança e muito sexo que acontecia espontaneamente. Mas quem fecundava era a lua, entenderam? Pois as mulheres logo apareciam com os sintomas de gestantes. Ai valeu o ritual, foi alcançado o objetivo. O amuleto guardado dentro de seu abrigo natural ajudou muito.Viva a lua (cheia)
Texto de Miguel Angelo Barbosa
(se usar esse texto colocar os créditos do autor)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pintura indireta / Claro-escuro / Barroco

"O incrédulo São Tomé" de Caravaggio
A relação entre claros e escuros nos remete ao período da Historia da Arte do período Barroco, onde os artistas para atenderem aos pedidos da Contra-Reforma precisavam criar obras que impressionavam o expectador levando-o a uma santa comoção. Para tanto era montado toda uma cenografia em seus estúdio para engenhar suas obra. Aliás, há historiadores que atribuem o inicio da Arte Cenográfica nesse período. O que podemos constatar na obra de  Caravaggio e Rembrandt van Rijn, entre outros.
Judite Decapitando Holofernes - Caravaggio
"Abraham e Isaac"de Rembrandt
 "Elevação da Cruz"de Rembrandt
Observem acima que os olhares dos personagens não cruzam com a cena, estão mirando fora do foco, isso demonstra que os modelos eram pintados individualmente


O uso do alto contraste: claro-escuro, foi muito oportuno pelos artistas, pois além de criar uma atmosfera emocional no resultado final do quadro, em muito ajudavam aos artistas na elaboração de seu trabalho. Apesar de terem à disposição os modelos de sua cena pictórica, esses não precisavam estar o tempo todo presentes, podendo alternarem-se de acordo com a necessidade. 

Os retratos coletivos como “A Ronda Noturna”, "Aula de Anatomia", também desenvolveram-se assim. Sendo que na fixação do desenho inicial faziam todas as marcações dos campos de luz e sombra, o que facilitava muito a execução posterior da obra, sem precisar o modelo estar presente o tempo todo. Pois, a luz artificial do estúdio, fixa e focada no modelo em muito ajudava a criar esses campos de claro e escuro. o que os historiadores da arte deram o nome de pintura indireta, ou seja sem a presença direta do modelo. A obra era realizada em varias seções de pintura; tinta fresca sobre tinta seca; tinta "gorda" sobre tinta "magra"

Aula de Anatomia

A ronda noturna
 Os Síndicos das Guildas
Vemos uma tentativa de mudança da técnica em Frans Hals, onde percebemos pinceladas mais alla prima, ou seja, uma camada de tinta era aplicado sobre a outra antes de secar. Passando então, a uma maneira direta de pintar, ou seja, com o modelo presente no  estúdio para terminar o retrato numa unica seção. Mas somente em meados do  século XIX essa técnica se consagra, tornando-se uma escola, a Impressionista, onde os artista trabalham fora do estúdio com a luz natural mutante.





Observe a marca das pinceladas mais evidente nos retratos de Frans Hals


Texto de Miguel Angelo Barbosa
Se usá-lo colocar os créditos